A ciência da magia

A ciência da magia

Imagine um lugar onde a magia seja uma prática comum. Isso é um exercício fácil hoje em dia, pois inúmeras obras de sucesso utilizam esse tema. Muitas obras, inclusive do cinema, usam o clichê de ciência e magia serem a mesma coisa, são apenas duas palavras usadas em contextos diferentes. A magia é o misterioso, enquanto a ciência é o estudado, o previsível.

No Império, ambos os termos são usados quase em igual medida pela população. Em uma realidade onde pessoas podem soltar raios pelos dedos ou derrubar paredes de pedra com golpes de espada, o uso de habilidades sobre-humanas não costuma surpreender ninguém, mas o estudo da física torna-se um desafio e tanto para aqueles que procuram respostas com embasamento científico.

Incentivados pelos imperadores, os sábios de Mesembria realizaram experiências e elaboraram diversas teorias sobre a origem do campo místico que parece ser a fonte da energia que permite ultrapassar as leis normais da física e materializar efeitos que deveriam ser impossíveis de ocorrer. Graças à perspicácia das decisões tomadas pelo governo, as descobertas dos estudiosos vieram a melhorar a vida de inúmeras pessoas.

Mas, apesar de todos os estudos e de todos os benefícios comprovados do uso da energia mística no cotidiano, muitas pessoas não conseguem deixar de se perguntar se o uso dessa energia é seguro. Se a raça humana realmente tem capacidade para utilizar de forma sábia os poderes com os quais vem brincando nos últimos séculos. E é de conhecimento geral que em épocas passadas não existia essa energia mística.

Afinal, o que é essa energia, e de onde vem? Será que ela é realmente segura? Ou será que, algum dia, ela irá cobrar o seu preço? Por que a realidade desse universo parece ser tão frágil? Qual será a razão da existência dessa energia? Dúvidas como essas tiram o sono de muitos. Alguns, obcecados pelo assunto, chegam a perder a razão. Outros buscam conforto em suas crenças.

Sandora e Evander são dois habitantes desta realidade que se destacam por seu incomum e involuntário vínculo com o campo místico. E grandes aventuras ainda os aguardam em sua busca de respostas para suas origens.

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